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MELHOR PAMONHARIA DA CIDADE

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Nossas pamonhas e derivados do milho são preparadas no dia do consumo, utilizamos 100% milho verde selecionado, trabalhamos somente com produtos de ótima qualidade , para que nossos clientes sintam-se satisfeitos e voltem sempre.









AMBIENTE CLIMATIZADO

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09/02/2011

Pamonha quente faz avião voltar a aeroporto em SP

Caixa de pamonha despachada por um passageiro foi colocada perto do sensor de temperatura, que emitiu um sinal de falso superaquecimento





São Paulo - Uma caixa de pamonha atrapalhou anteontem o voo 5722 da Webjet, que ia de Ribeirão Preto (SP) a Curitiba. Por volta das 12 horas o comandante recebeu um aviso automático de que a temperatura da aeronave estava acima do normal. Por segurança, decidiu retornar ao Aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto, após 20 minutos de voo.
Já em solo, foi descoberto o problema: uma caixa de pamonha despachada por um passageiro foi colocada perto do sensor de temperatura, que emitiu um sinal de falso superaquecimento no bagageiro da aeronave.Segundo a Webjet, a bagagem com a pamonha foi acidentalmente colocada perto do sensor e retirada do avião imediatamente após a inspeção técnica em Ribeirão. O avião teve de sobrevoar a cidade por cerca de meia hora para queimar combustível - procedimento padrão em casos como esse - e aterrissar com o peso ideal.A confusão formada na cabine, porém, só foi resolvida após o pouso, quando se descobriu o motivo do superaquecimento - antes, a informação era de que a aeronave passava por problemas técnicos e precisaria retornar.
Em Ribeirão, ainda assustados, alguns passageiros se recusaram a embarcar de volta no mesmo avião para Curitiba. Os cerca de 18 desistentes, segundo a companhia, foram reacomodados nos voos seguintes. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

20/11/2010

PAMONHA EM NOVA YORK



YES, NOS TEMOS PAMONHA!

ACREDITEM PAMONHA NO BRAZILIAN DAY EM NOVA YORK, COM CERTEZA DEU PARA MATAR UM POUQUINHO DA SAUDADE DESTE MARAVILHOSO PAIS CHAMADO BRASIL

Pamonha, Tamanho Familia

Pamonha de 408 kg é servida em festa em Santo Amaro da Imperatriz (SC)
Cinco mil espigas de milho foram usadas para a produção do doce.Organização da festa aponta a pamonha como a maior do mundo.




Cinco mil espigas de milho foram usadas para a produção de uma pamonha de 408 kg servida neste domingo (8) em Santo Amaro da Imperatriz, na Grande Florianópolis.

O doce foi apresentado no último dia da 17º Festa do Milho Verde, promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais do município. Foram usados 15 litros de óleo vegetal, 80 kg de acúcar e quatro de sal para fazer a pamonha. O doce foi produzido por 22 pessoas em dois dias e distribuído ao público, que pagou ingresso para entrar na festa. Primeiramente, foram feitas 2,7 mil pamonhas pequenas, com cerca de 160 gramas. Quando as palhas foram abertas, um pouco do conteúdo se perdeu, e cada uma pesou em torno de 150 gramas. Depois todas foram reunidas para a montagem da pamonha de 408 kg, apontada pela organização da festa como a maior do mundo. Toda a renda do evento será revertida para a organização de cursos de especialização para os trabalhadores rurais do município.

fonte; http://g1.globo.com

Maior Pamonha do Brasil


O recorde foi conquistado na Festa da Pamonha, organizada por Luiz da Guia, no Distrito de Caramujo, na cidade de Cáceres – MT, o evento é realizado anualmente com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento do Turismo.Outro dado surpreendente na homologação do recorde foi o número de palhas de milho utilizadas para embrulhar a pamonha, foram 400 palhas costuradas a mão, 30 minutos para enchê-la, e foi necessária a ajuda de um guindaste para içá-la até o tacho onde foi cozida por nove horas no fogo à lenha.A pamonha serviu os três mil habitantes da comunidade de Caramujo e todos os visitantes da Festa da Pamonha.Cadari, Auditor do RankBrasil entregou o certificado do recorde ao Governador do Mato Grosso, Silval Barbosa, e parabeniza a todos os pamonheiros da cidade de Cáceres pela qualidade na pamonha servida ao público e pela conquista do feito.

Pamonha também é Arte em exposição de marcas de grife


Pamonha Pamonha Pamonha

Exposição explora o fascínio pelas grifes de luxo
Dentre as marcas de grife representadas em formas de pamonha na exposição Pamonha, Pamonha, Pamonha estão Louis Vuitton, Chanel, Ferrari, Rolex, Cartier, dentre outras. Desenvolvidas pelo artista plástico e publicitário Lamounier Lucas, as peças exploram o fascínio que as grifes de luxo exercem sobre as pessoas e questionam o apego a certos objetos simbólicos que definem o status social.
Ao todo, 27 pamonhas, a maioria feita em cerâmica de al

ta temperatura, estão expostas na galeria, divididas em sete categorias, vestuário, automóvel, tabacaria, cosméticos, acessórios de viagem, relojoaria e joalheria.
Local: Galeria de Arte Copasa - Rua Mar de Espanha, 525 - Santo AntônioHorário: 8h às 18hEntrada

fonte; http://mixsordia.com/35/

15/11/2010

UM GRÃO VERSÁTIL


Também existem várias cores de milho. Além de amarelas, as espigas podem ser vermelhas, azuis, rosas ou pretas. E em alguns casos elas podem ter grãos de cores variadas, formando faixas, manchas ou listras. É por isso que às vezes essas espigas coloridas, em vez de irem para a panela, tornam-se enfeites muito bonitos.

25/10/2010

As comidas juninas gigantes do São João de Caruaru


Cuscuz de 600kg, pé-de-moleque de 2.200 kg, pamonha de 35 metros, …o São João de Caruaru também se destaca por abrigar um festival gastronômico, literalmente, gigante. Neste período, tudo é superlativo e os moradores se esforçam para mostrar a culinária típica em dimensões enormes.
No total, 15 comidas típicas são apresentadas ao público ao longo do mês de junho. A novidade do São João de Caruaru 2010 fica por conta do I Encontro das Comidas Gigantes, que irá movimentar a capital do forró no dia 20 de junho, às 19h, no Polo das Quadrilhas.

PAMONHA DE 35 METROS







Maior cuscuz do mundo, que consiste em 600 kg de flocos de milho servidos com 200 kg de charque.




MAIOR PÉ DE MOLEQUE DO MUNDO,



MAIOR PAMONHA DO MUNDO

Pamonha de 382 quilos é a maior do mundo

A receita consumiu 4.872 espigas de milho, 20 litros de leite, 98 quilos de açúcar, 49 queijos frescos e 49 litros de óleo.




Produtores e moradores do distrito de Caramujo, em Cáceres (270 quilômetros de Cuiabá), confeccionaram uma pamonha gigante na 2ª Festa da Pamonha. Foram utilizadas mais de 4,8 mil espigas para fazer a pamonha, que pesou 382 quilos.
A festa foi promovida pela Organização Municipal para o Desenvolvimento do Distrito de Caramujo (Omdeca). O presidente da organização, Luiz da Guia, revelou que a pamonha foi partida e distribuídas entre os participantes na festa, realizada neste fim de semana. Durante o evento também foram comercializados outros alimentos derivados de milho, como curau, bolos e galinha com milho. Milho o ano inteiro O grão é uma das principais fontes de renda da comunidade. Os pamonheiros de Caramujo são famosos no sudoeste de Mato Grosso. Conhecidos pela qualidade e variedade do que produzem, eles aceitaram o desafio de fazer a maior pamonha do mundo. O trabalho, realizado por um grupo de 25 pamonheiros, foi feito em série. Depois de cortado e descascado, o milho foi ralado. A receita da pamonha gigante consumiu 4,872 mil espigas de milho, 20 litros de leite, 98 quilos de açúcar, 49 queijos frescos, 49 de óleo. O pré-cozimento levou 40 minutos em tachos de água fervente. A palha para embalar a pamonha foi uma espécie de colcha costurada à máquina. Nas ruas de Caramujo, a pamonha gigante foi motivo de comemoração. Provar um pedaço só foi possível depois de nove horas de fogo à lenha, no auge da Festa da Pamonha, o maior acontecimento do distrito. Quem experimentou, garantiu que adorou.

23/10/2010

História da Festa Junina e tradições



E aí Compadre e Comadre, estão preparados para a festa junina? O arraial da Pamonharia Delicias do Milho, já está prontinho, tem; História, Música, Dança, Brincadeiras e, é claro, muita comida gostosa! Quer ver?


Origem da Festa Junina

Existem duas explicações para o termo festa juninas. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período Colonial
(época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal.
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França
veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China
, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo à dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indiginas
, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.


FESTAS JUNINAS NO NORDESTE

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Mas o que pouca gente sabe é que, antigamente, na Europa, a comemoração era conhecida como festa joanina em homenagem ao nascimento de São João Batista.




Como as grandes fogueiras, que serviam para afastar as pragas agrícolas e trazer boas colheitas,





Mais tarde, os portugueses incluíram São Pedro e Santo Antônio nas festanças e também outros elementos



Os fogos de artifício e as bombinhas,que espantavam o mau-olhado,







Os balões coloridos, que levavam pedidos aos santos.





As festas de junho são comemoradas em três datas principais:· 13 de junho - festa de Santo Antônio;

Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
24 de junho - festa de São João;




29 de junho - festa de São Pedro.



As Barracas surgem repletas de comidas tipicas;



Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica,



A quadrilha foi trazida para o Brasil pela Corte portuguesa e, inicialmente, era dançada apenas pela nobreza. Com o tempo, ela foi se popularizando, e a dança servia para representar o dia-a-dia dos trabalhadores da roça e os perigos e dificuldades que eles enfrentavam a caminho do trabalho.

Além da quadrilha, outros tipos de dança também animam as comemorações juninas, como, por exemplo, o forró no Nordeste, o cateretê na Região Sudeste, o cururu na Região Centro-Oeste, o vaneirão no Sul e o boi-bumbá, que aquece os festejos do Norte brasileiro.



E, quando falamos em dança, não podemos esquecer das cantigas que todos gostam de cantar e que alegram as festas.












17/10/2010

VISCONDE DE SABUGOSA, O SABUGO DE MILHO MAIS FAMOSO DO BRASIL


Criado pelas mãos de tia Nastácia, o Visconde de Sabugosa é um sábio. Nasceu de um sabugo de milho e, devido a sua constituição física, morre de medo de passar perto do galinheiro. Uma vez pegou bolor e chegou até a morrer, mas Emília guardou o sabugo e tia Nastácia fez outro.
Vivia sendo escravizado por Emília, que não respeitava sua sapiência, fidelidade e nobreza.

O Sítio do Picapau Amarelo é uma criação de Monteiro Lobato, escritor brasileiro.
A obra é das mais originais da literatura infanto-juvenil no Brasil e o primeiro livro da série foi publicado em Dezembro de 1920. A partir daí, Monteiro Lobato continuou escrevendo livros infantis de sucesso, com seu grupo de personagens que vivem histórias mágicas: Emília, Narizinho, Pedrinho, Marquês de Rabicó, Conselheiro, Quindim, Visconde de Sabugosa, Dona Benta, Tia Nastácia, Tio Barnabé, Cuca, Saci, etc. Os personagens principais moram ou passam boa parte do tempo no sítio pertencente à avó dos garotos, batizado com o nome de Picapau Amarelo, de onde vem o título da série. A canção-tema foi composta por Gilberto Gil.

AI, QUE SAUDADES DO SITIO!!

16/10/2010

Lenda do milho


Nos campos começaram a escassear os animais. Nos rios e nas lagoas, dificilmente se via a mancha prateada de um peixe. Nas matas já não havia frutas, nem por lá apareciam caças de grande porte: onças, capivaras, antas, veados ou tamanduás. No ar do entardecer, já não se ouvia o chamado dos macucos e dos jacus, pois as fruteiras tinham secado.Os índios, que ainda não plantavam roças, estavam atravessando um período de penúria. Nas tabas tinha desaparecido a alegria, causada pela abastança de outros tempos. Suas ocas não eram menos tristes. Os velhos, desconsolados, passavam o dia dormindo na esteira, à espera de que Tupã lhes mandasse um porungo de mel. As mulheres formavam roda no terreiro e lamentavam a pobreza em que viviam. Os curumins cochilavam por ali, tristinhos, de barriga vazia. E os varões da tribo, não sabendo mais o que fazer, trocavam pernas pelas matas, onde já não armavam mais laços, mundéus e outras armadilhas. Armá-los para quê? Nos carreiros de caça, o tempo havia desmanchado os rastos, pois eles datavam de outras luas, de outros tempos mais felizes.E o sofrimento foi tal que, certa vez, numa clareira do bosque, dois índios amigos, da tribo dos guaranis, resolveram recorrer ao poder de Nhandeyara, o grande espírito. Eles bem sabiam que o atendimento do seu pedido estava condicionado a um sacrifício. Mas que fazer? Preferiram arcar com tremendas responsabilidades a verem a sua tribo e seus parentes morrerem de inanição, a míngua de recursos.Tomaram essa resolução e, a fim de esperar o que desejavam, se estenderam na relva esturricada. Veio a noite. Tudo caiu num pesado silêncio, pois já não havia vozes de seres vivos. De repente, a dois passos de distância, surgiu-lhe pela frente um enviado de Nhandeyara.– Que desejais do grande espírito? – Perguntou.– Pedimos nova espécie de alimento, para nutrir a nós mesmos e a nossas famílias, pois a caça, a pesca e as frutas parecem ter desaparecido da terra.– Está bem – respondeu o emissário. Nhandeyara está disposto a atender ao vosso pedido. Mas para isso, deveis lutar comigo, até que o mais fraco perca a vida.Os dois índios aceitaram o ajuste e se atiraram ao emissário do grande espírito. Durante algum tempo só se ouviu o arquejar dos lutadores, o baque dos corpos atirados ao chão, o crepitar da areia solta atirada sobre as ervas próximas. Dali a pouco, o mais fraco dos dois ergueu os braços, apertou a cabeça entre as mãos e rolou na clareira...Estava morto. O amigo penalizado, enterrou-o nas proximidades do local.Na primavera seguinte, como por encanto, na sepultura de Auaty (assim se chamava o índio) brotou um linda planta de grandes folhas verdes e douradas espigas. Em homenagem a esse índio sacrificado em benefício da tribo, os guaranis deram o nome de auaty, ao milho, seu novo alimento.


Fonte (LESSA, Barbosa (org.). Estórias e Lendas do Rio Grande do Sul)

Curiosidades sobre o Milho



O milho além de ser alimento precioso, dele obtêm-se muitos produtos, desde a cola fina, usada em selos e envelopes, ao óleo comestível.Do milho pode-se ainda extrair matéria-prima para fabricar tintas, tecidos, papel, substitutos da borracha, sabão, álcool e até pólvora sem fumaça.

15/10/2010

A HORIGEM DA PAMONHA

Pamonha sendo Preparada



Pamonha é um quitute feito de milho verde, comum em todo o território brasileiro, principalmente em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e em todos os Estados do Nordeste.
O milho verde é ralado e à massa resultante são misturados leite e sal ou acúcar. Esta massa é colocada em "recipientes" feitos com a própria casca do milho que também serve como tampa. As pamonhas são submetidas a cozimento e sua massa alcança uma consistência firme e macia.
O nome "pamonha" vem da palavra tupi pa'muña, que significa "pegajoso".

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

ORAÇÃO DO MILHO

ORAÇÃO DO MILHO
Cora Coralina


Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das

lavouras pobres.

Meu grão, perdido por acaso, nasce e cresce na terra

descuidada. Ponho folhas e haste e se me ajudares Senhor, mesmo planta de acaso,

solitária, dou espigas e devolvo em muitos grãos, o grão perdido inicial, salvo

por milagre, que a terra fecundou.

Sou a planta primária da lavoura.

Não

me pertence a hierarquia tradicional do trigo. E de mim, não se faz o pão alvo,

universal.

O Justo não me consagrou Pão da Vida, nem lugar me foi dado nos

altares.

Sou apenas o alimento forte e substancial dos que trabalham a terra,

onde não vinga o trigo nobre.

Sou de origem obscura e de ascendência pobre.

Alimento de rústicos e animais do jugo.

Fui o angu pesado e constante do

escravo na exaustão do eito.

Sou a broa grosseira e modesta do pequeno

sitiante. Sou a farinha econômica do proletário.

Sou a polenta do imigrante e

a miga dos que começam a vida em terra estranha.

Sou apenas a fartura

generosa e despreocupada dos paióis.

Sou o cocho abastecido donde rumina o

gado

Sou o canto festivo dos galos na glória do dia que amanhece.

Sou o

cacarejo alegre das poedeiras à volta dos seus ninhos.

Sou a pobreza vegetal,

agradecida a Vós, Senhor, que me fizeste necessária e humilde

SOU O

MILHO



Cora Coralina